Escolas particulares retomam as aulas presenciais em Araguaína após decreto liberando atividades


Permissão para retomada foi publicada na última sexta-feira (14) pelo governo do estado. Rede municipal também está funcionando. Escolas particulares de Araguaína retomam aulas presenciais
Algumas escolas particulares de Araguaína, no norte do Tocantins, retomaram as atividades nas salas de aula. A permissão para retomada foi publicada na última sexta-feira (14) pelo governo do estado. Máscara no rosto, temperatura aferida e higiene constante das mãos são alguns protocolos que agora fazem parte da rotina dos alunos. Apesar disto, os estudantes estão contentes com a volta.
“Estava sendo ruim porque a gente quase não aprendia nada. Agora voltou e está muito melhor”, comentou a Juliana Martins.
De acordo com a organização do movimento pelo retorno das aulas presenciais, pelo menos três das 14 escolas particulares de Araguaína retomaram as atividades. A professora Fernanda Marinho afirma que todas as medidas de segurança contra a Covid-19 estão sendo seguidas.
Apesar da retomada, parte dos alunos ainda segue estudando remotamente. “Os pais que tem aquela preocupação de mandarem os filhos tiveram a opção de ficarem online”, afirmou.
Na rede municipal de ensino de Araguaína as aulas foram retomadas ainda em abril no formato semipresencial, com revezamento entre aulas presenciais e remotas a cada semana. De acordo com a Secretaria de Educação do Município, 60% dos cerca de 20 mil alunos estão frequentando as escolas. O restante optou por continuar apenas com as atividades remotas.
Sala de aula em escola particular de Araguaína
Reprodução/TV Anhanguera
Na rede estadual em Araguaína as escolas ainda não retomaram as atividades. Por enquanto, segundo a Secretaria Estadual de Educação, está sendo feito um levantamento das unidades em todos os municípios para avaliar quem já pode retornar para as aulas presenciais.
Mesmo com as medidas adotadas para prevenir o contágio pelo coronavírus, a presidente do sindicato dos trabalhadores da educação defende a volta só após a vacinação dos trabalhadores.
“O Sintet continua contrário ao retorno das aulas presenciais. Uma vez que os profissionais ainda continuam sem serem vacinados. Nós pedimos ao governador que aguarde mais um pouco até que consiga a vacina como vem anunciando para os profissionais da educação”, disse Rosy Franca.
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