Prefeitura de Araguaína suspende vacinação para grávidas e diz que tem apenas doses da AstraZeneca


Cidade não possui estoque dos imunizantes Coronavac e Pfizer, que podem ser aplicados nas gestantes e puérperas. Doses da AstraZeneca não podem ser aplicadas em grávidas e puérperas
SES/Divulgação
Mulheres grávidas e puérperas que moram em Araguaína, no norte do Tocantins, deixaram de ser vacinadas contra o novo coronavírus. A suspensão ocorreu porque o município só possui doses da vacina AstraZeneca. Em todo o estado, a vacinação para estes grupos com o imunizante da Fiocruz foi suspensa por recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Agora, só podem ser aplicadas nas grávidas a CoronaVac e a Pfizer, mas os dois imunizantes estão em falta em Araguaína.
O município disse que por causa da falta de doses da CoronaVac houve atrasos no esquema vacinal. Algumas pessoas que precisavam ser vacinadas no dia 4 de maio ainda não foram imunizadas.
A cidade é a segunda mais afetada pela pandemia e já contabiliza 28.268 diagnósticos de Covid-19 e 374 mortes pela doença.
A Secretaria Municipal de Saúde de Araguaína afirmou que utilizou as doses da AstraZeneca em grávidas quando houve recomendação do Ministério da Saúde. Segundo a gestão, até esta quarta-feira (12) “não há nenhum relato de eventos adversos pós vacinação em gestantes ou puérperas”.
“Em Araguaína assim como outros 80 municípios do estado há falta do imunizante CoronaVac da Butantan para complementação do esquema vacinal de segunda dose. Solicitamos ao estado pouco mais de duas mil doses para complemento”, afirmou o município.
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