Oftalmologista ítalo-brasileiro se torna referência na área

Gustavo Gubert

A Síndrome do Olho Seco é uma anomalia que atinge a produção ou a qualidade das lágrimas. Ocorrendo quando as lágrimas não são capazes de fornecer lubrificação adequada para os olhos, causa irritação, sensação de areia nos olhos, vermelhidão, secura e ardor. Devido a pandemia, este tem sido um quadro comum, segundo o médico oftalmologista, Gustavo Gubert, uma vez que por conta do home office, as pessoas passam mais tempo em casa, muitas vezes com o ar condicionado ligado, com o uso excessivo de dispositivos móveis, como computador e smartphone, os sintomas aparecem com mais frequência.

Gustavo Gubert é um nome conhecido na área da oftalmologia. Após atuar durante 15 anos na região metropolitana de Curitiba, mudou-se para Itajaí, Santa Catarina, há um ano, para que pudesse se dedicar um pouco mais à parte acadêmica. Então começou a receber pacientes de colegas atuantes na área da reumatologia e identificou uma necessidade de padronizar as avaliações oftalmológicas para Olho Seco, ou Disfunção do Filme Lacrimal, como prefere chamar.

Depois de muito estudo, trabalho e dedicação, Gustavo conseguiu elaborar um protocolo e um método para diagnóstico que direciona o tratamento dos pacientes, coincidindo com o lançamento de novas tecnologias – que têm proporcionado resultados mais efetivos no controle dos sintomas – no Brasil para tratamento do Olho Seco; o que acabou chamando a atenção do Alcon, laboratório internacional especializado em produtos para os olhos. Este feito lhe garantiu um grande marco em sua carreira, pois foi apontado pelo laboratório como um nome de referência na área.

Dr. Gustavo Gubert

”A primeira impressão foi, com certeza, a surpresa. Como médico, sempre busquei oferecer o melhor aos pacientes. O reconhecimento não pode ser o objetivo, senão perde o sentido, ele deve acontecer naturalmente, fruto de muito trabalho e dedicação”, diz o médico oftalmologista ao ser questionado sobre ter sido surpreendido com a notícia do laboratório. Após o comunicado, Gustavo está elaborando, junto do Alcon, um artigo científico sobre o tema para ser distribuído para profissionais da área de todo o Brasil.

”Estamos tentando resgatar aqui na clínica um conceito italiano que foi difundido na Califórnia e agora chega ao Brasil, a Slow Medicine. Indo completamente na contramão da verticalização da medicina, é sobre ter tempo para o paciente. Minha formação é em medicina da família, e queremos entender o contexto em que o paciente vive, pois isto é a base de tudo. Tratar o paciente, principalmente de olho seco exige atenção aos detalhes e tempo”, diz Gustavo, que se mostra preocupado em oferecer um bom atendimento aos seus pacientes.

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