Candidatos ao concurso da PM têm até esta terça (9) para fazer pagamento da inscrição


O certame oferece mil vagas para soldados, sendo que 25 delas destinadas ao quadro de músicos, outras 25 para área da saúde, sendo 20 para técnico de enfermagem e cinco para técnico em saúde bucal. Prazo para o pagamento da taxa de inscrições do concurso da PM termina nesta terça-feira (9)
Governo do Tocantins/Divulgação
Os candidatos que se inscreveram ao concurso da Polícia Militar do Tocantins têm até esta terça-feira (9) para fazer o pagamento da taxa. O valor é de R$ 80. Veja o edital.
O certame oferece mil vagas para soldados, sendo que 25 delas são destinadas ao quadro de músicos, outras 25 para área da saúde, sendo 20 para técnico de enfermagem e cinco para técnico em saúde bucal.
O novo concurso está sendo feito porque o anterior foi anulado após fraudes serem constatadas. Os salários iniciais, após os cursos de formação, são de R$ 3.330,99 devendo o militar ficar no mínimo 36 meses na graduação.
A aplicação das provas objetivas e de redação está prevista para ocorrer no dia 14 de março e terá duração de cinco horas. Os candidatos terão que responder 60 questões sobre língua portuguesa; atualidades e conhecimentos sobre o Tocantins; noções de direito; normas relativas à PM e conhecimento específico da respectiva área técnica.
Ao todo, os inscritos passarão são cinco etapas:
1ª etapa – aplicação de prova objetiva e de prova de redação;
2ª etapa: exame de capacidade física;
3ª etapa: avaliação psicológica;
4ª etapa – avaliação médica e odontológica
5ª etapa: investigação social e da vida pregressa.
A nova banca organizadora foi contratada ao custo de R$ 2,7 milhões, sem licitação, para realizar as três primeiras fases da seleção.
O contrato com a Cebraspe, conforme informado pelo governo, tem o valor de R$ 51,20 por candidato inscrito. A estimativa tem como base o total de inscritos no concurso anterior, que chegou perto dos 80 mil.
O concurso foi alvo de polêmica, logo após o lançamento do edital. No mês passado, a Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Tocantins, notificou a Polícia Militar para que seja corrigido o edital do concurso. No certame não está garantida a reserva de vagas para negros e pessoas com deficiência, como prevê a legislação. Além disso, o edital não admite o ingresso de candidatos com doenças sexualmente transmissíveis.
Na época, a PM informou que antes das publicações dos editais, visando a idoneidade e legalidade dos processos foi solicitado parecer jurídico junto à Procuradoria Geral do Estado quanto à reserva de vagas para portadores de deficiência física à qual confirmou o entendimento da comissão de que:
As constituições Federal e Estadual reconhecem as instituições militares como de natureza especial, sendo seus servidores regidos por regras diferentes dos demais órgãos devido à natureza de sua atividade;
Que tanto a constituição Federal quanto a constituição Estadual, não recepcionaram em suas normas a obrigatoriedade de reserva de vagas exclusivas a portadores de deficiência física;
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