Rede municipal de Araguaína inicia ano letivo de 2021 com aulas presenciais


Nas salas, cadeiras foram demarcadas para garantir distanciamento. Na entrada das escolas, temperatura dos estudantes será aferida; o intervalo entre as aulas continua suspenso. Rede municipal de ensino em Araguaína retoma aulas nesta segunda-feira (8)
Os alunos da rede municipal de Araguaína iniciaram o ano letivo nesta segunda-feira (8), com aulas presenciais. São, ao todo, 16,5 mil estudantes matriculados, sendo mais de 600 na zona rural, que serão divididos e se revezarão, com as aulas na escola e em casa.
Antes de entrar na unidade, os alunos terão a temperatura verificada. Os que apresentarem mais de 37,5º deverão ser encaminhados de volta à residência para que a família procure assistência médica. Também não será permitida a permanência de crianças e adultos com sintomas gripais.
Nas salas, foram disponibilizados álcool em geral. Além disso, as cadeiras foram demarcadas para garantir o distanciamento de 1,5 metro. O recreio continua suspenso.
Em todas as escolas da rede municipal, as turmas continuam sendo divididas em dois grupos, os quais participam das aulas presenciais em semanas intercaladas. Na semana que ficarem em casa, os alunos terão uma apostila para estudar, além de atividades complementares.
Em novembro do ano passado, o município decidiu retomar as atividades nas escolas no formato híbrido. A rede municipal de Araguaína tem 79 escolas. Desse total, 66 ficam na zona urbana, sendo 33 creches e 33 escolas. Em 2021, a secretaria disponibilizou 4.500 vagas para alunos novatos.
Aulas na rede municipal de Araguaína retomam nesta segunda-feira (8)
Reprodução/TV Anhanguera
O objetivo é atender toda criança em idade escolar desde a Educação Infantil ao Ensino Fundamental 1, do 1º ao 5º ano.
O agente de endemias Amarildo Ferreira tem uma filha matriculada na rede municipal. Apesar da insegurança, a menina vai voltar para a sala de aula. “A gente sabe que isso traz um certo risco, mas a gente também tem uma visão de que os profissionais da educação vão tomar todos os cuidados necessários”.
O filho do técnico de laboratório Cleilton Marques tem autismo, está inserido no grupo de risco, mas também vai voltar. “À medida que o tempo vai passando, ele vai precisando se socializar com as outras crianças. Em casa fica difícil. Como ele é uma criança especial, precisa se socializar para poder se desenvolver mais e mais”.
A aula presencial não é obrigatória. A Izabel Martins, de 6 anos, está sem ir a aula desde o início da pandemia. Como a avó é do grupo de risco, ela vai permanecer estudando em casa. “Eu queria, mas tem muitas crianças internadas por causa da doença e eu não vou”.
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