Alunos e professores não serão testados para a Covid-19 antes do retorno das aulas presenciais


Secretário de saúde disse que não há testes para todos. O retorno é gradativo e que os pais podem decidir se o aluno permanece estudando de forma remota. Secretário disse que não há testes para todos
MPE/Divulgação
Os alunos e professores da rede estadual do Tocantins não serão testados para a Covid-19 antes de retornar ao ensino presencial. Segundo o secretário de saúde, Edgar Tollini, os exames não são suficientes para a testagem em massa e por isso “não tem teste para todo mundo”. A afirmação foi dita nesta segunda-feira (1°), em uma coletiva de imprensa para tratar do retorno das atividades escolares. O ensino presencial começa no próximo dia 8.
“Não temos condição de fazer isso. Nós já testamos mais de 100 mil pessoas. Tenho 40 mil testes em estoque e estamos recebendo mais 50 mil do Ministério da Saúde. São 140 mil alunos e não tem teste para todo mundo”, afirmou o secretário.
Ele disse que se os estudantes apresentarem sintomas da Covid-19, eles deixarão de frequentar a escola. “Primeiro ele se afasta da unidade, do ambiente escolar, e aí sim pode ser feito um teste”, explicou Edgar Tollini.
O secretário informou que mesmo sem os testes, a volta para as escolas é segura. Ele reforçou que o uso de máscara será obrigatório, além do uso de álcool em gel e distanciamento no ambiente escolar.
O retorno é gradativo e que os pais podem decidir se o aluno permanece estudando de forma remota.
“É um misto de ansiedade e satisfação de poder anunciar [o retorno presencial], mas acima de tudo, muita responsabilidade. Estamos voltando de forma gradativa, optativa. O pai de aluno que não quiser, ele vai continuar no EAD, recebendo atenção”, disse o secretário.
Edgar Tollini afirmou que os estudantes que estarão nas escolas precisam ter cuidado dentro e fora das salas de aula.
“O aluno, o adolescente, tem que ter esse entendimento que não é só uma responsabilidade do adulto. Evitar aglomeração. A minha preocupação maior é a criança ou o adolescente, que está ali num ambiente, porque ele acha que vai poder ir para a escola já pode voltar para casa e ir na casa do avô, abraçar o tio de idade. Nessa situação é que temos que ter o monitoramento, e a secretaria vai monitorar município por município”, afirmou.
Os professores que fazem parte de algum grupo de risco vão continuar trabalhando de casa. Os trabalhadores de educação estão em grupos prioritários para a vacinação contra a Covid-19, mas até agora o Ministério da Saúde não definiu em qual etapa eles serão imunizados.
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