Cresce o número de acidentes com morte envolvendo motociclistas em rodovias


Motociclistas devem ficar atentos aos itens de segurança, como o capacete. Em Palmas, 16 pessoas morreram nos primeiros cinco meses do ano. Número de mortes em rodovias supera o registrado nos quatro primeiros meses de 2018
O número de acidentes com morte envolvendo motociclistas tem crescido no Tocantins. De acordo com dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram 53 colisões nos quatro primeiros meses desde ano nas rodovias federais e 11 pessoas morreram. No mesmo período do ano passado, oito pessoas perderam a vida em acidentes.
Na última terça-feira (18), uma mulher no distrito de Luzimangues, em Porto Nacional. Ela pilotava uma motocicleta quando bateu em um ônibus escolar. Uma jovem que estava na garupa ficou ferida e foi levada para o Hospital Geral de Palmas.
Em Palmas as estatísticas também assustam. De acordo com o Projeto Vida no Trânsito, nos primeiros cinco meses deste ano, 16 pessoas morreram em acidentes com motocicletas. Metade dessas vítimas teve traumatismo craniano. De acordo com a Superintendente Municipal de Transito e Transporte, a maioria dos acidentes é provocada por falta de perícia do condutor.
“É o uso abusivo da velocidade inadequada, juntamente com o consumo de bebida alcoólica, principalmente quando chega em feriados e finais de semana esses números tendem a crescer porque a pessoa se aproveita desse momento de folga, bebe um pouco mais e acaba dirigindo”, explica a superintendente Valéria Oliveira.
Motocicleta foi parar em baixo de ônibus
Wilton Dias/TV Anhanguera
Um item de segurança indispensável para quem anda de moto é o capacete. Na hora da compra vários itens precisam ser verificados, o primeiro é se o equipamento tem o selo do Inmetro. Além de observar se o capacete está ajustado a cabeça do piloto.
“É por numeração. Tem que estar bem encaixado para saber se no ato da queda não vai sair. Tem que estar bem ajustado na parte da frente e na parte traseira”, conta a gerente Mara Cristina Miranda.
Por estar com capacete, a Juciane Nunes não teve maiores danos quando se acidentou de moto. A auxiliar de dentista ainda teve um deslocamento no ombro, quebrou o pé e teve os ligamentos do tornozelo rompidos. hoje para pilotar uma moto ela mais cuidados.
“Eu uso sempre jaqueta, sapato fechado e capacete travado. Tenho que me cuidar e prestar a tenção no trânsito”, contou Juciane Nunes.
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