Ex-juiz eleitoral João Olinto e o filho dele são levados para prestar depoimento

Os dois são suspeitos de envolvimento do escândalo do lixo hospitalar encontrado em Araguaína. Os dois estão presos em carceragem do quartel da Polícia Militar, em Palmas. João Olinto e Luiz Olinto chegam em delegacia para depor
Igor Pires / TV Anhanguera
Está sendo realizado neste momento o depoimento do ex-juiz eleitoral João Olinto e do filho dele Luiz Olinto, ambos advogados. Os dois saíram do quartel da Polícia Militar, onde estavam presos, por volta de 15h50. O interrogatório será feito pelo delegado Romeu Fernandes na sede da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Administração Pública. Os dois são investigados por envolvimento no escândalo do lixo hospitalar encontrado em um galpão de Araguaína no início de novembro.
Veja tudo que se sabe sobre o escândalo do lixo hospitalar em Araguaína.
Luiz Olinto foi preso em Palmas na semana passada em cumprimento a um mandado de prisão e está detido na carceragem do quartel da Polícia Militar. O pai dele ficou foragido por 15 dias e se entregou no início desta semana. O ex-juiz eleitoral está na mesma sala que o filho, mas conseguiu um habeas corpus nesta quinta-feira (29).
Segundo a Polícia Civil, João Olinto é apontado como dono da empresa Sancil Sanantonio contratada sem licitação para coletar lixo de 13 hospitais públicos e que teria despejado os resíduos no distrito agroindustrial de Araguaína. A polícia também encontrou parte do lixo enterrado em uma fazenda da família Olinto e um caminhão cheio de resíduos nos fundos do hotel de João Olinto.
Ainda segundo as investigações, Luiz Olinto seria responsável por fazer pagamentos da empresa Sancil Sanantonio. Ele também teria financiado a fuga de duas mulheres que aparecem como sócias da empresa e é suspeito de destruir provas no escritório de advocacia da família.
A polêmica envolvendo o lixo hospitalar de hospitais públicos do Tocantins começou no início deste mês, depois que fiscais da Prefeitura de Araguaína encontraram um galpão com toneladas de resíduos. Na época, o ex-juiz eleitoral tentou impedir a entrada dos fiscais.
O galpão foi ligado a duas empresas que pertencem à família do deputado estadual Olyntho Neto (PSDB), filho de João Olinto. O parlamentar negou envolvimento no esquema.
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