França e Amazônia se encontram em esquina da Paulista, durante Festival de Luzes de São Paulo

São Paulo, SP 16/11/2020 – A obra faz com que o espectador mergulhe em uma sequência hipnótica, exigindo da câmera se adapte: rotação, perseguição, queda, elevação, avanço e recuo.

O artista multimídia francês Jeremy Oury, primeiro europeu a participar do Festival de Luzes de São Paulo #FLSP, apresenta sua obra “Emersive” em conjunto com o VJ amazonense John Sabbat, que exibe sua arte ecológica e retrofuturista – um encontro inédito de mundos criativos. As atrações podem ser vistas de 17 a 19 de novembro, terça a quinta-feira, das 19h às 23h, na empena do Edifício Anchieta, esquina da Paulista e Consolação.

O artista multimídia francês Jeremy Oury, primeiro europeu a participar do Festival de Luzes de São Paulo #FLSP, apresenta sua obra “Emersive” em conjunto com o VJ amazonense John Sabbat, que exibe sua arte ecológica e retrofuturista – um encontro inédito de mundos criativos.

As atrações podem ser vistas de 17 a 19 de novembro, terça a quinta-feira, das 19h às 23h, na empena do Edifício Anchieta, esquina da Avenida Paulista com a Rua da Consolação – local escolhido pela organização da mostra de mídia arte para projeção dos trabalhos selecionados por chamamento aberto e de artistas convidados.
Veteranos de festivais internacionais, ambos oferecem ao público linguagens e técnicas distintas, mas efeitos igualmente surpreendentes. O brasileiro abraça o significado da palavra Bioma: “Quero expressar a ligação da humanidade ao meio em que vivemos. A figura de uma mulher guerreira, Icamiabas, uma relação com Gaia, outra figura mágica e fabulosa, observa a todos e emana sua energia”.

Já Jeremy Oury projeta uma criação futurística inspirada no universo 8-bits. Segundo ele, “a obra faz com que o espectador mergulhe em uma sequência hipnótica, exigindo que o movimento da câmera se adapte: rotação, perseguição, queda, elevação, avanço, recuo”.

O Festival de Luzes de São Paulo #FLSP, idealizado por Alexis Anastasiou, VJ e autor do livro “Mappingfesto”, tem realização da Visualfarm. Sua programação segue até o final de novembro com intervenções em diversos locais da capital paulista. Todas as atrações podem ser acompanhadas ao vivo pela web no Instagram @luzes.sp.

O artista combina suas habilidades com áudio e linguagens visuais para criar instalações de arte digital, mapping arquitetônico e teatro. Trabalha com formatos imersivos a fim de colocar o observador no centro de um universo virtual minimalista, corrompendo a percepção de espaço.
Desde 2014, vem acumulando prêmios e participações em diversos países, como ISEA 2019, na Coréia do Sul; FILE e Rio Mapping Festival, no Brasil; +CODE, na Argentina; MADATAC e Luz y Vanguardias, na Espanha; 1Min projection mapping, no Japão; Macon film festival nos EUA, dentre outros.

John Sabbat é um artista de Manaus, com raízes em Belém. Início como VJ nas Raves e Aparelhagens, iniciando em 2002 pelo Tupinambá e futuramente Ouro Negro (festas abertas com forte representatividade na cultura popular amazônica). No início da década de 2010, diversifica suas criações com conteúdos de video mapping, para em seguida integrar a cena dos festivais de música eletrônica.
Em 2020, se apresentou em quase 20 países, grande parte em colaboração com produtoras mundiais e eventos de grande destaque, como Imapp Bucarest (Parlamento da Romênia), PixelFest (Rússia), Light a Hope (México e Japão) e Festival Acee (China), para citar alguns.

Alexis começou sua carreira como pioneiro VJ de festas na cena underground, no final da década de 90. Com a explosão da música eletrônica no começo dos anos 2000, a estética das projeções acabou sendo procurada paras as festas e eventos corporativos e Alexis abriu o estúdio Visualfarm em 2003.
A Visualfarm reuniu uma equipe multidisciplinar que possibilitou o desenvolvimento de projeções mapeadas e dos Fulldomes no Brasil. Em 2010, Alexis inicia o projeto Video Guerrilha, um festival de megaprojeções que ganhou prêmios e teve 6 edições dentro e fora do país. Desde então Alexis e a Visualfarm fizeram projeções em todos os principais marcos arquitetônicos no Brasil e em mais de 10 países, ganhando diversos prêmios internacionais de qualidade estética, técnica e de resultados de marketing.
Em 2017, Alexis lançou o livro Mappingfesto, o manifesto do mapping, que aponta para um futuro no qual as cidades serão modificadas com instalações permanentes de projeções em grande formato, possibilitando uma nova era digital no urbanismo e na arquitetura. Em 2018, Alexis lança a primeira edição do Festival de Luzes de São Paulo, realizado pela Visualfarm em grandes marcos da cidade. Em 2019 aconteceu a segunda edição do Festival de Luzes de SP, com espetáculo composto de ballet de drones sincronizados no parque do Ibirapuera. Também nesse ano, Alexis foi receber o prêmio da Media Architecture Bienalle em Pequim, pelo projeto Chave do Centro.

Fundada em 2003, por Alexis Anastasiou, reconhecido como pioneiro VJ do Brasil, a Visualfarm é uma produtora especializada em conteúdos visuais e projeções. Criadora do Vídeo Guerrilha, desenvolve projetos visuais para as áreas de marketing e eventos, além de produzir espetáculos e intervenções autorais. Pioneira na produção de megaprojeções, a Visualfarm trabalha com diversos formatos, dividindo-se em mapping indoor, com soluções visuais como ambientes imersivos, cenografia projetiva, vídeo cenário ou pintura de luz; mapping outdoor, com mapping arquitetônico 3D, projeção monumental; e criação de imagens, com motion design 3D, vinhetas, knetic, grafite virtual e vídeos.

PROGRAMAÇÃO 17 a 19/11

VJ´s Jeremy Oury

Obra: “Emersive”

VJ John Sabbat

Obra: Arte ecológica e retrofuturista

Dias 17 a 19/11 (terça a quinta)

Das 19h às 23horas

Patrocínio: Banco Toyota, Hotéis.com e Secretaria Especial de Cultura (via Lei Rouanet)

VOICE COMUNICAÇÃO

Atendimento: Luciana Gonçalves (lucianagoncalves.voice@gmail.com)

Cel.: 11 95134 9665

6 anexos

Website: https://www.instagram.com/luzes.sp/?hl=pt-br