Pão francês fica mais caro após aumento no preço do trigo, óleo e outros ingredientes


Em outubro do ano passado, o óleo era vendido a R$ R$ 4,19. No mesmo período deste ano, o valor saltou para R$ 8,99, um aumento de 114,55%, de acordo com pesquisa feita pelo Procon. Café da manhã fica mais caro com aumento de ingredientes; confira
O pão francês, um dos queridinhos do café da manhã, está mais caro em Palmas. Uma pesquisa do Procon apontou que houve um aumento de 24%. Em outubro do ano passado, o preço mais alto encontrado na capital era de R$ 12,90. Em outubro desse ano, saltou para R$ 15,99. A alta tem sido impulsionada pelas principais matérias-primas, como óleo e a farinha de trigo, que estão com o valor mais salgado.
O empresário Frederico Felipe disse que tentou segurar o preço, mas não foi possível. “A gente vinha com uma política que o cliente não tem culpa pelo aumento. Mas infelizmente chegou um ponto que a gente não conseguiu segurar. Tem matéria-prima que chegou a dobrar o seu valor”.
O litro de óleo teve um aumento de 114,55%. Em outubro do ano passado, o produto custava, no máximo, R$ 4,19. Esse mês, o valor saltou para R$ 8,99.
Café da manhã fica mais caro devido aos altos preços dos ingredientes
Divulgação/TV Anhanguera
Veja o valor dos ingredientes:
Óleo – aumento de 114,55%
Outubro de 2019: R$ 4,19
Outubro de 2020: R$ 8,99
Leite – aumento de 42,97%
Outubro de 2019 – R$ 3,49
Outubro de 2020 – R$ 4,99
Açúcar – aumento de 27,97%
Outubro de 2019 – R$ 4,29
Outubro de 2020 – R$ 5,49
Farinha de trigo – aumento de 25,06%
Outubro de 2019: R$ 3,99
Outubro de 2020: R$ 4,99
Todos esses produtos são derivados do agronegócio. O economista Higor Franco explica que o clima e a pandemia estão entre as causas dos preços mais altos.
“Quando esses produtos começam a ser plantados em menor quantidade, ou por algum fator climático não conseguir ter uma produção satisfatória, isso vai diminuir a oferta desse produto no mercado como um todo”.
A previsão é de que os valores dos itens sigam oscilando até janeiro para só começarem a estabilizar. No entanto, mesmo pagando um pouco a mais, o consumidor não abriu mão do café da manhã mais recheado, é o que garante o comerciante Ivanilson Lêdo. “Tem que comer, não tem jeito. Barriga vazia não para em pé”.
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