Crianças com deficiência inspiram e são exemplos de superação para famílias em Palmas


Conheça a história da Mariana, que contrariou os prognósticos médicos e superou desafios. O Júlio, de 11 anos, nasceu com uma síndrome rara; a cada movimento que ele dá, a família comemora como se fosse um prêmio. Crianças especiais se tornam exemplos de superação para famílias em Palmas
A cada dia, uma evolução. A cada passo, um aprendizado. É assim o dia a dia de crianças com deficiência, que inspiram com exemplos de superação. Uma delas é a Mariana, moradora de Palmas. Ela nasceu prematura e com uma infecção generalizada. A gestação foi interrompida quando apenas 40% do cérebro da pequena tinha sido formado.
No entanto, a menina contrariou todos os prognósticos, e venceu limites.
“A gente sabe que ela tem uma força muito grande. Ela venceu aquele momento inicial e com todo esse prognóstico que não era tão bom assim, ela conseguiu evoluir. Ela surpreendeu porque ela ouve, ela fala, ela interage, ela participa, ela aprende”, disse a mãe, a neuropsicopedagoga Raimunda Mascarenhas.
Toda a família se interage diariamente com ela, seja cantando ou brincando. Esse apoio e a alegria que Mariana carrega dentro de si fazem com que a criança se supere dia após dia. O sorriso não sai do rosto da menina, até mesmo durante as fisioterapias.
Foi com muito esforço que ela conseguiu avançar em movimentos simples, como engolir, respirar e mastigar os alimentos.
“Cada um tem uma particularidade, tem uma característica. E a gente se envolve nesse cuidado entendendo que herança é algo muito especial, que Deus nos deu, então a gente precisa se dedicar a esse cuidado da melhor forma possível”, argumentou a mãe.
Mariana contrariou os prognósticos e conseguiu superar desafios
Reprodução/TV Anhanguera
É assim também com o Julio, também morador da capital. Com muita força, ele inspira outras crianças ao seu redor.
“Quando ele estava no CMEI, todas as crianças iam atrás dele e pegava. Era como se fosse um bebê. Eu chego nos lugares, as outras crianças ficam olhando para ele [e perguntam]: ‘por que ele não anda?’. Com criança eu respondo, paro, me ajoelho e explico. Eu digo: ‘Não, ele é um bebê gigante’. Eles acreditam”, conta a professora Elisabeth Bezerra, mãe do menino.
O Julio também é um exemplo de superação, desde os primeiros dias de vida. Quase não sobreviveu ao parto. Depois, os médicos acreditavam que ele não iria se mexer, achavam que ele tinha paralisia cerebral.
Só com três anos, veio o diagnóstico de uma síndrome rara. Para ter mais qualidade de vida, ele faz sessões de fisioterapia. Aos 11 anos de idade, é como se ele tivesse quatro meses.
“Quantos pais ficam vibrando que o filho está aprendendo a andar, que o filho aprendeu a ler, que o filho se formou. A gente vibra com um olhar diferente que o filho dá para você, com um sorriso. Quando o Júlio pegou no chocalho pela primeira vez, ele tinha sete anos. Isso parecia que era um diploma que o Júlio César estava recebendo”.
Júlio, de 11 anos, nasceu com uma síndrome rara e inpisra crianças ao seu redor
Reprodução/TV Anhanguera
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