Comércio busca se adaptar e atrair clientes para evitar prejuízos com o fim da temporada de praias


A maioria das cidades cancelou a temporada de veraneio em função da pandemia do coronavírus. Lojistas buscam produtos novos para chamar a atenção. Comércio se adapta para evitar prejuízos com o fim da temporada de praias
A pandemia do novo coronavírus mudou os planos de quem pretendia curtir o verão tocantinense na beira do rio. A readaptação também está sendo necessária para o comércio.
Nas lojas que vendem roupas de praia, o movimento caiu, mas para tentar diminuir o impacto na temporada de julho, os lojistas têm lançado promoções e descontos nas vendas dos biquínis.
Semana que vem, a empresária Kátia Garcia disse que vai apresentar biquínis com tecido novo, antiviral, que promete uma proteção a mais para o corpo.
“Ele vai ser muito útil também na área da saúde, então é outro nicho que a gente vai atender porque ele repele vírus e bactérias”, disse.
Nas lojas de pesca, o movimento aumentou. Os caiaques, carretilhas e anzóis são os itens mais vendidos. Raimundo Carneiro, dono de um estabelecimento desse segmento em Palmas, disse que as vendas subiram 40% nesse período. Isso porque muita gente aproveita o isolamento para pecar.
Lojas de bíquinis de Palmas têm queda nas vendas, durante pandemia
Reprodução/TV Anhanguera
“O pessoal tem usado bastante caiaque, que é um tipo de pescaria, tipo de lazer e esporte, que você pratica isoladamente. Então, aumentou bastante a venda de caiaque, a gente não está conseguindo manter estoque na loja e os fabricantes não estão conseguindo abastecer a gente porque aumentou bastante o movimento”, explicou.
Por causa da pandemia e do número de infectados que se multiplica rápido no Tocantins, a maioria das temporadas de praia no estado foi cancelada.
“Certamente no Tocantins, o turismo vai ser muito prejudicado, como vem sendo prejudicado em todo o Brasil e em todo o mundo. Agora, é hora dos empresários do segmento se prepararem, fazerem planos para serem executados posteriormente. Certamente, nós vamos ter uma demanda reprimida e um aumento do turismo interno, haja vista as restrições para as viagens pra o exterior”, explicou o presidente do Conselho de Turismo da Fecomércio, Cristiano Rodrigues.
O consultor empresarial avalia que o impacto não será tão grande se os comerciantes se adaptarem às novas estratégias. “Se o comerciante, se o empresário não estiver antenado, ele estiver fazendo um trabalho mais focado nos clientes, como por exemplo, relacionamento direto com o cliente, através da virtualização de atendimento, ou até mesmo estratégias de marketing, ele não vai sofrer um impacto tão grande”, opinou o consultor empresarial Guilherme Zanina.
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