Restaurante Popular de Araguaína deve reabrir em fevereiro após ser fechado para reforma em 2018


A previsão é que a reforma iria durar 30 dias, mas os serviços não retomaram. Contrato com empresa que será responsável pela refeição deve ser assinado neste mês. Restaurante Popular de Araguaína deve voltar a funcionar
Reprodução/TV Anhanguera
Depois de quase dois anos de portas fechadas, o restaurante Popular de Araguaína Manoel Leal Barros deve voltar a funcionar. De acordo com a prefeitura, a previsão é que as portas sejam reabertas ao público até o fim de fevereiro.
A empresa que ficará responsável pela alimentação é a Gril Tropical e o contrato deve ser assinado ainda neste mês. Segundo a prefeitura, o valor da refeição será R$ 5. Essa novidade agradou o povo. O vendedor Eduardo Martins conta que passa o dia no centro da cidade. “A melhor coisa que tem que fazer é abrir, quanto mais cedo pra mim seria melhor. Eu sou ambulante e todo mundo precisa do mais barato”.
O Restaurante Popular teve o atendimento suspenso em agosto de 2018 para que o prédio passasse por reformas. Na época, a prefeitura informou que as obras no prédio iriam durar cerca de 30 dias, mas o serviço não foi retomado.
Antes de fechar as portas, o local atendia 1 mil pessoas por dia. A população começou a questionar, até porque, além de deixar de funcionar, o prédio passou a acumular sujeira. Em maio do ano passado, o G1 mostrou que pintura nova precisava de retoque, já que as paredes foram pichadas.
No mês de agosto de 2019, o prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas (PR), disse que o município não pretendia voltar a subsidiar as refeições no Restaurante Popular da cidade, que oferecia refeições acompanhadas de refresco por R$ 5.
“Há muitos restaurantes na cidade que oferecem a preços populares a alimentação. Então a gente não quer que o município seja mais um concorrente para esses cidadãos e cidadãs que, com muita dificuldade, conduzem o seu negócio”, disse o prefeito.
Depois de tanto tempo fechado, o espaço se tornou abrigo para moradores de rua. Do lado de fora, paredes pichadas e até lixo.
A Sandra Lopes que tem um comércio próximo ao local disse que com o fechamento do restaurante a movimentação na região diminuiu e acabou refletindo no lucro dela. “Tinha mais gente, às vezes o pessoal ia, vinha para cá, tomava um restaurante. Às vezes não queria almoçar, comia um lanche”.
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