Grada Kilomba: “O colonialismo é a política do medo”

Quando Grada Kilomba (Lisboa, 1968) preparava sua vinda para a Pinacoteca de São Paulo —onde sua exposição Desobediências Poéticas fica em cartaz até 30 de setembro, aconteceu “uma coisa muito curiosa”. Segundo conta, ao enviar sua biografia, a acadêmica, psicanalista, filósofa, escritora e artista multidisciplinar (como melhor se define), teve sua biografia reduzida por “uma série de instituições” como a “única estudante negra na universidade e que ganhou uma bolsa e ir para a Alemanha” —ela mudou-se para Berlim em 2008, para cursar o doutorado em Filosofia—. Todo o resto desapareceu. E é justamente na luta contra essa redução que a obra de Kilomba está centrada. Descolonizar é o verbo que ela, com origens em São Tomé e Príncipe e em Angola, mais conjuga.

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Autor: Joana Oliveira

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