Incêndios no Brasil tensionam reunião do G7

O cara a cara com Trump, em um terraço ao lado da praia deserta ocupada pelas forças de segurança, serviu a Macron para revisar todos os obstáculos que transformam o G7 em um campo politicamente minado. Significava, para citar o neologismo utilizado por um colaborador do presidente francês, de “des-conflitar” a relação. Ou seja, procurar o menor denominador comum e, principalmente, jogar a carta da relação pessoal para evitar que entre sábado e domingo, quando a cúpula terminar, tudo descarrile, como aconteceu na reunião do Canadá.

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Autor: Marc Bassets

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