A poderosa máquina eleitoral forjada por Cristina Kirchner

“Os peronistas são como os gatos: quando gritamos acham que estamos nos destroçando, mas na verdade estamos nos reproduzindo”, disse Juan Domingo Perón certa vez. Embora já citada à exaustão, sobretudo quando o partido se aproxima da insignificância, a frase resume com eficácia o que aconteceu no domingo. O peronismo se uniu, uma vez mais, apesar da gritaria dos últimos meses. E demonstrou que ainda pode ser uma máquina de guerra eleitoral muito poderosa. Seu candidato, Alberto Fernández, abriu mais de 15 pontos de vantagem sobre Mauricio Macri nas eleições primárias. O resultado o pôs a um passo da Casa Rosada no pleito geral de outubro.

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Autor: Federico Rivas Molina

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