Ruas carregam Marielle como símbolo e cobram avanços na investigação

“Ver pessoas que abandonaram suas rotinas para estar aqui nessa homenagem é ter noção de que a coisa é muito maior”, dizia Luyara Franco, filha da vereadora Marielle Franco (PSOL), executada há exatamente um ano com o motorista Anderson Gomes. Luyara estava ao lado de sua tia, Anielle Franco, e de vários amigos, ativistas, artistas e coletivos num palco montado na Cinelândia, centro do Rio. Tirava fotos, recebia abraços e sorrisos. “Esse carinho acalenta um pouco, sim. É saber o que minha mãe representa como mulher negra, mãe solteira, homossexual, periférica e defensora dos direitos humanos”. Momentos antes, sua tia discursava do palco iluminado em frente ao Teatro Municipal e a Câmara de Vereadores: “Estamos aqui de coração partido, com muita dor. Mas sei que Marielle é isso aqui, está presente. Ao invés de ficar espalhando ódio e coisas fictícias, temos que espalhar amor. Marielle era afeto. E Marielle tem uma família, e a gente precisa respeitar a dor dessa família”.

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Autor: Felipe Betim, Breiller Pires, Gil Alessi

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