Moradores fazem protesto contra bloqueio da ponte de Porto Nacional


Travessia sobre o rio Tocantins está completamente interditada e bloqueio prejudica produtores rurais. Medida foi tomada após ponte apresentar problemas estruturais. Moradores se sentem prejudicados e manifestam contra interdição da ponte de Porto Nacional
Moradores da comunidade Nova Pinheirópolis, em Porto Nacional, fizeram uma manifestação nessa sexta-feira (8) próximo à entrada da ponte sobre o rio Tocantins, que foi interditada. Eles reclamam que o bloqueio está prejudicando produtores da região. (Veja o vídeo)
É que, por causa de problemas na estrutura da ponte, produtores rurais que comercializam mercadorias em cidades vizinhas estão tendo que fazer desvios longos, de quase 200 km.
Fotos enviadas por telespectadores mostram um aglomerado de pessoas perto de uma das entradas da via. Eles disseram que continuarão no local até as autoridades aparecerem para dar esclarecimentos.
A ponte está totalmente interditada desde quinta-feira (7) por equipes da Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto), que fazem vistorias no local. Desde então só está liberada a passagem de motociclistas, pedestres e ciclistas. O Governo do Estado não deu nenhum prazo de quando a via será liberada.
Moradores manifestam em entrada de ponte interditada
Reprodução/TV Anhanguera
Rota alternativa
A opção para quem precisa passar de uma margem a outra do rio é fazer a travessia em Palmas, pela ponte Fernando Henrique Cardoso. O desvio é de aproximadamente 170 km.
Para quem usa a TO-255 para chegar a Palmas ou necessita ter acesso ao trecho da TO-255, que liga Porto Nacional a BR-153, a alternativa é utilizar a rota que engloba as TO’s -454/455/080, que liga os Distritos Escola Brasil e Luzimangues, e realizar a travessia pela Ponte Fernando Henrique Cardoso.
Com a interdição da ponte, desvio é de aproximadamente 170 km
Reprodução/Google Maps
Problemas estruturais
A ponte sobre o rio Tocantins, na TO-255, em Porto Nacional, tem deixado há anos os motoristas com medo da travessia. Isso por que a obra já tem mais de 40 anos e, por causa das condições, já teve o tráfego de caminhões reduzido. Por causa da situação, o Ministério Público Estadual (MPE) pediu que o Estado analise a segurança da estrutura.
Desde que foi parcialmente interditada, em setembro de 2011, o trajeto é considerado perigoso. No ano de 2014, foi aberto o processo licitatório para a construção de uma nova ponte, mas as obras não começaram.
Ministério Público quer que segurança da ponte seja analisada
Divulgação/MPE-TO
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