Em menos de uma semana, segundo furto é registrado dentro do Hospital Regional de Araguaína


Funcionária da limpeza teve o celular furtado e foi ameaçada. Secretaria da Saúde diz que hospital não tem o dever de fiscalizar a guarda de pertences pessoais de pacientes e acompanhantes. Celular furtado foi encontrado com suspeita
Divulgação/Polícia Militar
Uma funcionária da limpeza do Hospital Regional de Araguaína (HRA) teve o celular furtado dentro da unidade nesta sexta-feira (1º). Segundo a Polícia Militar (PM), a vítima também foi ameaçada de morte pela suspeita, de 48 anos, que foi presa em seguida.
Esse é o segundo furto dentro da unidade em menos de uma semana. No último sábado (26) um paciente foi preso após furtar uma aliança do ‘colega de quarto’ e esconder o objeto no braço engessado.
A Secretaria de Estado da Saúde informou que o (HRA) não tem o dever de fiscalizar a guarda de pertences pessoais de pacientes e seus acompanhantes. (Veja a nota completa abaixo)
Os policiais contam que desta vez a suspeita entrou na unidade disfarçadamente e pegou um celular que encontrou ligado na tomada. A dona do objeto ligou no aparelho e pediu que ele fosse devolvido. A suspeita atendeu, confessou o furto e disse que a mataria caso fosse procurada.
A PM foi chamada ao local e com base nas características repassadas pelos funcionários do hospital, foi localizada. Com ela, além do aparelho furtado, foram encontrados uma faca, um relógio de pulso, um cachimbo de fumar pedra de crack e outros objetos.
Ela foi presa em flagrante, levada para a delegacia e deve responder por furto e ameaça.
O outro lado
A Secretaria de Estado da Saúde esclarece que o Hospital Regional de Araguaína (HRA) é responsável pela assistência médica e multiprofissional aos pacientes que buscam a unidade hospitalar, não tendo o dever de fiscalizar a guarda de pertences pessoais de pacientes e seus acompanhantes, os quais são orientados a manter sob sua guarda e vigilância qualquer objeto pessoal que traga para a unidade hospitalar. Vale destacar que todas as pessoas que procuram a unidade hospitalar devem se identificar nas portarias e informar o que farão dentro do hospital. Não tendo livre acesso as pessoas sem motivação.
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