As lições para sobreviver à seca que que o Brasil ensinou à África

Desenhando com o dedo indicador no chão de areia fofa e alaranjada, o agricultor brasileiro Sueldo Vicente de Moraes tentava explicar como funciona o sistema de tecnologia simples construído em sua comunidade para reutilizar água, em Mossoró, no Rio Grande do Norte. Ao redor dele, os olhos atentos de agricultores e algumas autoridades da comunidade rural de Tiamméne Pass, a cerca de 260 quilômetros de Dacar, capital do Senegal, prestavam atenção na explicação. “As minhocas consomem os resíduos nesta parte da decomposição”, apontava Moraes. “No final do processo, a água chega limpa para irrigar as plantas”, finalizou o brasileiro de 46 anos a uma dezena de senegaleses sentados no pé de uma estrutura imensa, usada para captar e bombear água do solo para as famílias locais.

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Autor: Marina Rossi

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