Família de empregada doméstica morta durante assalto cobra por justiça

Leidiene Pacheco foi baleado enquanto trafegava em uma motocicleta no Jardim Aureny III, em Palmas. Família pede respostas após mais de um mês de crime. Família de empregada assassinada no Aureny lll há mais de um mês pede justiça
Mais de um mês se passou desde que a empregada doméstica Leidiene Pacheco da Silva, de 33 anos, foi morta a tiros durante um assalto no Jardim Aureny III, região sul de Palmas. Até agora ninguém foi preso. A família pede mais agilidade nas investigações e punição aos criminosos.
No dia 26 de setembro, Leidiane trafegava em uma motocicleta na região sul da capital, quando foi abordada pelos criminosos na rotatória entre as avenidas H e D.
Testemunhas disseram que a mulher foi assaltada por uma dupla que estava em outra motocicleta. Depois de roubarem a bolsa, dispararam um tiro no braço que atingiu o tórax.
No último sábado (27), parentes da vítima foram até a rotatória onde o crime foi registrado. Com cartazes e camisetas, eles protestaram, pediram paz e cobraram respostas. “Está sendo tão dificil para a gente voltar aqui. O local onde ela teve os últimos minutos da vida dela foi aqui nessa rotatória. A gente fica com o coração na mão sem ter respostas”, lamentou a prima Elisangela Pacheco.
O irmão da vítima, Romilson Pacheco, disse que não vai cansar de cobrar as autoridades. “Não dão muitos detalhes sobre o caso, em que pé está a investigação, se tem suspeito ou não. Ela tem uma família e deixou filhos, mãe, irmãos. Como a gente sempre foi uma família unida, a gente não esquece”, reclamou.
Na época, o delegado Guido Camilo, responsável pelas investigações, deu 48 horas para concluir o caso. Além da dor e da revolta, ficam o medo e a sensação de insegurança, segundo os parentes.
A vítima deixou três filhos. O menor de 11 anos mora com o pai. Ela criava sozinha os outros dois de 13 e 18 anos. “Teve que ser separado devido a morte dela. Um mora com pai em Miracema, o outro mora com o pai na capital e o outro teve que morar sozinho devido a morte da mãe”, disse a tia da vítima Elizabeth Pacheco.
A Secretaria de Segurança Pública do Tocantins ainda não se posicionou sobre o caso.
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Leidiene Pacheco foi assassinada durante o assalto
Reprodução/Facebook

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