Suspeito é preso após se hospedar em suíte presidencial, não pagar conta e tentar subornar delegado

Ao fazer buscas em quarto polícia encontrou cartões, cheques e descobriu golpe no INSS. Homem postava fotos em redes sociais ostentando a vida de luxo que levava com o crime. Homem que gosta de luxo e ostentação é preso no Tocantins
Um suspeito de estelionato foi preso após passar quatro dias hospedado na suíte presidencial de um hotel e não pagar as diárias. Ao fazer uma busca no quarto onde Ivan Negrão da Silva, de 38 anos, estava hospedado a polícia encontrou cartões utilizados para sacar benefícios previdenciários de outras pessoas. Para não ser preso, o homem ainda tentou subornar um delegado com R$ 10 mil. (Veja vídeo)
A prisão foi feita pela delegacia de plantão de Araguaína nesta quinta-feira (25). De acordo com a polícia, Ivan Negrão da Silva chegou no hotel e disse ser promotor de justiça. Ele pagou a primeira diária de R$ 500 em dinheiro e afirmou que pretendia ficar hospedado por quatro dias.
Ele não pagou as demais diárias e começou a dar desculpas para a gerência do hotel. Após ser cobrado novamente, o homem deu um cheque de R$ 1.940 em nome de uma mulher que alegou ser esposa dele. Porém, a folha pertencia ao talão de uma mulher de 78 anos.
A polícia foi chamada e ao chegar no local encontrou o suspeito hospedado com um adolescente que seria companheiro dele. Os policias fizeram buscas no quarto e encontraram vários cartões bancários com as senhas anotadas.
Também foram encontrados talões de cheques e cartões para recebimento de benefícios do INSS. Depois disso, o homem confessou ter aplicado golpes em Nova Olinda, Aragominas e no povoado Floresta.
Homem postava fotos em redes sociais
Reprodução
Ele contou que se apresentava com recenseador do INSS e procurava pessoas que recebiam algum tipo de benefício. Depois, pedia o cartão do beneficiado com as senhas. Por fim, afirmava que deveriam procurar o banco e receber um cartão atualizado.
O suspeito disse ainda que a maioria dos cartões era de pessoas falecidas, cujo cadastro ainda não tinha sido encerrado pelo INSS. Por causa disso os benefícios continuavam sendo pagos.
Ainda conforme a polícia, o suspeito sacava dinheiro das contas bancárias e os benefícios para fazer compras e levar uma vida de luxo em hotéis de alto padrão. Enquanto estava em Araguaína, Silva ainda fez postagens em redes sociais ostentando a vida que levava.
Ao ser levado para a delegacia o suspeito ofereceu ao delegado plantonista o valor de R$ 10 mil em dinheiro para ser solto imediatamente. O homem foi autuado por estelionato, falsa identidade, uso de documento falso e corrupção ativa. O G1 ainda tenta contato com a defesa dele.
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