Em grupo de WhatsApp, advogado de Nem diz que Witzel o proibiu de falar

‍A relação entre o juiz Wilson Witzel e o advogado Luiz Carlos Azenha, que defendeu o traficante Nem, começa a causar constrangimentos à candidatura do ex-magistrado. Num grupo de WhatsApp com advogados cariocas, Azenha mostrou-se extremamente magoado pelo fato do juiz negar sua amizade. Escreveu Azenha: “Sou apenas e tão somente um ex-aluno dele (a pessoa que iniciou e levou ele em todos os cantos desse estado, acreditando nele! Quando todos desacreditavam, agora passa (sic) a ser apenas ex-aluno. Desculpem, mas não posso falar. Ele me disse isso”. Mais adiante na conversa, Azenha complementa: “E na verdade, existem valores para a minha pessoa maior (sic) que o poder. A família é um. O poder passa”.

Nos últimos dias, adversários de Wilson Witzel (PSC), que lidera a corrida para o governo do Rio com 41,28% dos votos, divulgaram uma série de fotos dele ao lado do advogado Luiz Carlos Azenha.

Azenha foi responsável pela defesa do traficante Nem, da Rocinha.

Em 2011, ele transportou Nem na mala de um  para facilitar sua fuga da favela.

Ao ser parado num cerco policial, Azenha tentou subornar os PMs para que deixassem Nem escapar.

 

Divulgação

Reprodução

 

Leia matéria na íntegra no Blog Radar da Revista Veja
Autor: Da Redação

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