Polícia ainda não voltou em área verde para procurar resto de ossada

Ossada que pode ser de criança estava sem os braços e o crânio. Secretaria de Segurança afirmou que polícia aguarda laudo antropológico para seguir com as investigações. Ossada foi encontrada por funcionários da obra do anel viário
Wilton Dias/TV Anhanguera
A investigação sobre a ossada encontrada na região norte de Palmas continua parada. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou nesta segunda-feira (8) que a Polícia Civil ainda aguarda a conclusão do laudo antropológico para seguir com a apuração. Por causa disso, nenhum agente foi ao local para tentar encontrar o restante do esqueleto.
A ossada foi encontrada no dia 21 de setembro por homens que trabalhavam nas obras do anel viário de Palmas, próximo ao setor Lago Norte. Porém, o crânio e os braços não foram encontrados. A Delegacia de Investigações Criminais (Deic) chegou a informar que vai pedir um exame de DNA para apurar a possibilidade dos restos mortais serem da menina Laura Vitória, desaparecida desde janeiro de 2016.
Ainda segundo a SSP, o exame antropológico vai servir para verificar se o esqueleto se trata de um ser humano, se é homem ou mulher e a idade estimada. O laudo ainda não tem data para ficar pronto.
“A Polícia Civil informa, ainda, que o laudo pericial é de extrema necessidade para se verificar a natureza da ossada, que não se apresenta completa, e que, por isso, exige um trabalho complexo e multiprofissional entre várias seções do Instituto Médico Legal e Perícia Criminal”, informou em nota.
Peritos que trabalham no caso e foram ouvidos pela TV Anhanguera estimaram que a criança tinha no máximo 13 anos.
Ossos estavam em matagal na região norte de Palmas
Wilton Dias/TV Anhanguera
Laura Vitória
A menina Laura Vitória, de nove anos, desapareceu na região sul de Palmas em janeiro de 2016. Na época, ela saiu de casa para ir a um supermercado e desapareceu. O sumiço tem sido um desafio para a polícia do Tocantins, pois o caso passou por várias delegacias e nunca foi desvendado. Atualmente, a investigação está na Deic.
A última linha de investigação informada pela polícia era de que o desaparecimento tenha relação com o tráfico de drogas, pois o pai da menina cumpre pena por isso na Casa de Prisão Provisória de Palmas. O inquérito segue sob sigilo.
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