Defesa de Cunha diz que Fachin deixou de apreciar pedido de liberdade antes de decisão

Eduardo Cunha, presidente da Câmara, na palestra Panorama da Radiodifusão na Câmara Federal, no 27º Congresso Brasileiro de Radiodifusão  (Foto: Alex Ferreira / Câmara dos Deputados)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A defesa do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha recorreu da decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que desmembrou o inquérito em que é apurada a existência de uma organização criminosa envolvendo políticos do PMDB e determinou o envio dos autos à 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília para a continuidade das investigações relacionadas a pessoas sem foro. O caso é referente à segunda denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer e aliados. Inclui também a acusação de obstrução da Justiça. Em relação a Temer e aos ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, a Câmara dos Deputados não autorizou o prosseguimento da apuração.

Os advogados de Cunha afirmam que, antes de determinar o desmembramento, Fachin deveria ter analisado pedido de liberdade para o ex-deputado ainda pendente de decisão.

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Autor: Da redação de Época

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