“Se o troféu não vier, tudo bem”, diz Emicida, indicado ao Grammy Latino

 Emicida,rapper (Foto:  Daryan Dornelles)

 

Apesar da 18ª edição do Grammy Latino ter deixado de lado a música brasileira nas categorias principais — Álbum do ano, Gravação do ano e Música do ano, por exemplo — Emicida é apontado como um dos principais talentos nacionais a ser contemplado na premiação, que enaltece artistas de toda a América latina.

Ao lado do rapper Rael, ele está indicado na categoria 9, Best urban song (Melhor canção urbana). “Não estarei presente no evento porque gravo na mesma época, em São Paulo, meu primeiro DVD, projeto para o qual venho me preparando há muito tempo”, diz ele sobre a premiação, que acontece dia 16 na MGM Grand Arena, em Las Vegas.

“Claro que vou ficar feliz e gostaria de ganhar. Mas se o troféu não vier, também está tudo certo”, afirma. A música que disputa o prêmio é A chapa quente, que faz parte do projeto Língua Franca, calcado na conexão dos rappers brasileiros com dois colegas do universo do hip hop de Portugal.

“Há tempos que faço turnê na Europa e pensava o por quê de não haver intercâmbio musical profundo com Portugal, já que com eles não temos a barreira da língua”.

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Autor: Da redação de Época

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